Palavrão Só Prá Garantir Esse Refrão

Hélio Sales

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Palavrão Só Prá Garantir Esse Refrão

Por Solano Portela

Eu não tenho nada pra dizer

Eu não tenho mais o que fazer

Só pra garantir esse refrão

Eu vou enfiar um palavrão! …

Com essa quadrinha, composta nos idos de 1997, a banda Ultraje a Rigor consolidava seu sucesso, junto com várias outras canções, que, renitentemente teimavam em se apegar à nossa memória (“vamos invadir sua praia”; “eu me amo, não posso mais viver sem mim”; “a gente somos inúteis”, etc.).

Nas apresentações ao vivo da música “Nada a Declarar” na qual a quadrinha está inserida, como refrão, logo após “eu vou enfiar um palavrão”, Roger, líder do grupo, “enfiava”, mesmo. O palavrão, na realidade uma palavrinha curta, chula, monossilábica, era proferido em uníssono e repetido em êxtase pela galera!

Bem, a Banda estava fazendo jus ao nome, ultrajando. A idéia era chocar, movimentar, agitar – sem nenhuma consideração quanto à propriedade ou impropriedade do termo; ou quanto à necessidade de recato; ou ainda, quanto ao caráter didático que esse linguajar “sublime” significaria para as jovens mentes e até criancinhas que cantarolavam e decoravam o refrão. O negócio, afinal, era tão somente faturar, o resto que vá às favas.

Mas o que choca, mesmo, não é o Ultraje a Rigor. É a facilidade com que palavrões, expressões grosseiras e chulas – quando não blasfemas – encontram guarida na boca de fiéis que, supostamente, procuram seguir os preceitos das Escrituras.

Não me refiro àqueles que, por treinamento intenso prévio (“exercitados”: 2 Pe 2.14) – na maioria das vezes antes de suas conversões, têm problemas e lutas nessa área, e se esforçam para abandonar velhos hábitos. Em minha vida tenho testemunhado a luta de vários cristãos para controlar a língua e as palavras. Muitos foram exercitados por anos de impiedade, ou ficaram submersos em empresas, escolas ou repartições onde o palavrão é a norma. Esses procuram de todas as maneiras mudar a linguagem – isso é visível a outros, para não entristecerem o Espírito Santo com a mesma boca que abençoam (Tiago 3.9-10).

O inusitado ocorre quando vemos alguns líderes cristãos, nos últimos tempos, seguindo mais o Ultraje a Rigor (“…eu não tenho nada pra dizer; também não tenho mais o que fazer…”) do que a Bíblia. Passaram a defender a instituição do Palavrão, junto com seus seguidores.

Um texto de um desses “pastores” foi-me enviado recentemente (apesar dele estar postado e circulando desde 25.09.2009). Ele foi escrito por conhecido líder, que hoje se ocupa bastante em disseminar vitupérios contra os que o “abandonaram”, em função de seu pecado, e a destilar amarguras, atribuindo hipocrisia genérica ao mundo cristão (não se preocupem, não vou dar o link, pois a sua peça, defendendo o linguajar chulo e grosseiro não merece divulgação adicional).

O texto responde a um consulente e seguidor fiel, que chama atenção para um vídeo de outro “líder cristão” que faz palestra em uma igreja. O palestrante é médico e o pretexto é a saúde e higiene dos ouvintes. Com esse objetivo, ele utiliza palavras grosseiras e, repetidamente, o famoso monossílabo, constrangendo e chocando alguns da platéia, enquanto a outra parte se delicia e gargalha (também não vou dar o link). O consulente, então, infere que não haveria motivo para aquele vídeo escandalizar nenhum crente. Compara, então, os que se escandalizam com os que engolem um camelo, mas se engasgam com um mosquito.

Provavelmente, o camelo, aqui, refere-se à violência ou mal tratos, enquanto que o mosquito seria o palavrão. A bandeira falaciosa de muitos, principalmente no campo secular, têm sido defender impropriedades, palavrões e até pornografia, dizendo que a pornografia verdadeira é a violência para com crianças, ou de pessoa contra pessoa. Ora, um não justifica nem anula o outro. Por que ambos não podem ser errados?

Pois bem, o pastor responde com uma ode ao palavrão. Indicando que quase morreu de rir, com o vídeo, não somente grafa o monossílabo várias vezes em seu texto, como acusa os que não o utilizam de hipócritas.

O ensino básico desse pensamento é que as barreiras de recato e moralidade são arcaicas, superadas. Que o exercício de uma suposta graça amorfa promove a verdadeira autenticidade e sinceridade; e o tráfego livre entre o impróprio e proibido, e o correto e socialmente defensável. Afinal, vivemos em uma matriz de convenções humanas. Para estes, a aproximação com Deus não cria a obrigação para com regras, mas a liberação dessas. Pelo que inferimos desses ensinos, não existem absolutos. Nos aproximamos de Deus e, no fluir dessa graça subjetiva, de uma maneira mística e indescritível, nada contradiz nossa forma e postura de vida. A única máxima, possivelmente, seria o “amor”, mas esse, fugindo ao sentido bíblico de procurar o interesse da pessoa amada, de “cumprimento dos mandamentos” (João14.15,21), pass a a ser um termo vazio de significado, que abriga tudo sobre seu guarda-chuva, num reavivamento da Teologia Situacionista moribunda de Joseph Fletcher, tão popular na década de 60, do século passado.

Nesse universo imaginário, até o pecado é redefinido e a tolerância irrestrita é propagada. Ser contra palavrões, ou contra o palavrão-palavrinha, repetido ad nauseam no texto, é coisa de careta; de cristão retrógrado; de pessoas que ainda não atingiram esse patamar de pseudo-santidade estéril (pois não produz pureza), característica dessa nova ordem de iluminados.

Mas será que esse é o ensino da Palavra de Deus? Será que o derribar desses marcos regulatórios é a verdadeira missão e postura do cristão? Essa luz negra que projetam sobre minha vida procede mesmo da “lâmpada para os meus pés… e luz para os meus caminhos” (Sl 119.105)? Por certo que não. A Bíblia nos instrui que o recato ou pudor é virtude a ser cultivada. Especificamente ela alerta contra a falta de pudor (“impudiscícia”), que teima em se imiscuir na igreja, em Efésios 5.3: “Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos”.

É verdade que vivemos em uma era onde se fala cada vez menos nisso. As crianças se acostumam em um mundo onde a propriedade e modéstia no vestir e no proceder estão conspicuamente ausentes. Não é de espantar que a sexualidade precoce desponte como uma das grandes distorções e desvios do nosso século. Nossos ouvidos também vão se acostumando e a consciência se cauterizando com tantas impropriedades proferidas nos filmes, na televisão, nas rádios, nas músicas e no dia-a-dia da sociedade. No entanto, ver “líderes cristãos” rotulando o constrangimento perante a imoralidade de hipocrisia, leva-nos à vanguarda do absurdo. Para os tais o alvo é ser “liberado” das amarras incômodas, e comecemos essa jornada rumo à dissolução social e à devassidão moral, bem moderninhos e conectados, pelo linguajar. Por que e xercer seletividade moral na palavra falada ou escrita?

Se não houvesse nenhuma outra razão, teríamos o exemplo dos escritores da própria Bíblia. Palavrões e linguagem chula sempre existiram na história da humanidade. Estão enraizados na natureza humana pecaminosa. Sempre houve uma forma apropriada e uma forma vulgar de se referir a tudo, especialmente a partes do corpo. Ora, por que então a Bíblia, que trata dos mais variados assuntos, utiliza palavras e expressões recatadas e apropriadas e não chulas, para se referir a elas? Certamente a comunicação adequada, preocupação do Autor da Bíblia, que a fez ser grafada na linguagem comumente falada, através das eras, não necessitava do emprego de linguagem imprópria. Falar com recato não impede a comunicação. Ou será que a utilização de palavrões, no seio do cristianismo, é nova forma de comunicação eficaz e gran de descoberta; veículo de graça contemporânea, encontrado por essa nova casta de iluminados?

Mas a Bíblia vai além e fala especificamente da linguagem que deve caracterizar o servo de Deus:
1.Em Tito 2.8, somos admoestados a ter “linguagem sadia e irrepreensível para que o adversário seja envergonhado não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito
2.Efésios 4.29 diz categoricamente: “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe e sim, unicamente, a que for boa para edificação…”
3.Colossenses 3.8 mostra que o linguajar chulo é característica dos descrentes: “Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isso: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar”
4.Tiago 1.26 parece falar aos que querem misturar religiosidade com linguajar impróprio: “Se alguém supõe ser religioso deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã”.
5.Efésios 5.4 também, claramente, mostra como deve ser a comunicação do cristão. Gracejos e gozações grosseiras (chocarrices), palavras torpes e vãs não devem ter lugar em nosso falar: “…nem conversação torpe, nem palavras vãs, ou chocarrices, coisas essas inconvenientes…”.

Parece que o Roger, do Ultraje ao Rigor estava certo: na falta do que dizer; na falta do que fazer; defenda-se o palavrão. Mas o cristão tem o que falar e o que fazer. Não venham me enganar e dizer que tudo isso que a Bíblia condena deve estar presente na boca do cristão.

Corpo Docente

PROFESSORES RESIDENTES​

Professores Residentes

Cleyton Gadelha

Diretor Executivo

Formado em Teologia pelo STBB Seminário Teológico Batista Bíblico-NE
Pastor emérito da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

André Luiz Araújo

Deão de Alunos

Formado em Teologia pelo Seminário e Instituto Bíblico Maranata
Convalidação em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Diplomado pelo Instituto Bíblico Eduardo Lane (IBEL).
Pastor titular da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

Felipe Prestes

Formado em Teologia pelo SBC
Mestrando em Novo Testamento pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper/Mackenzie
Igreja Batista Luz do Mundo em Fortaleza-CE.
Professores Residentes

Francisco Macena

Bacharel em teologia pelo Seminário Teológico de Fortaleza (2007); Mestre (2017) em Teologia Sistemática, com concentração de estudos em teologia contemporânea, pelo Centro de Pós-graduação Andrew Jumper (CPAJ); atualmente é doutorando em ministério pelo CPAJ, com concentração de estudos na área de Aconselhamento Bíblico e antropologia bíblica. É ministro da IPB desde 2008 e serve como pastor da IP Cambeba desde 2009; também serve a denominação em áreas de ensino e comissões especiais de pesquisa teológica.
Professores Residentes

Jefferson Oliveira

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pós-graduando em Estudos Teológicos (Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper).
Bacharel em Direito
Igreja Batista
Professores Residentes

Ariel Tidre Ferreira

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pastor auxiliar da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

Aldenor Pacífico Neto

Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).
Formado em Teologia pela Escola Charles Spurgeon
Mestrando em Estudos Bíblico e Hermenêuticos pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.
Professores Residentes

Iranildo Medeiros

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pastor da Igreja Bíblica Monte Sião
Fortaleza-CE
Professores Residentes

Gerson Almeida

Engenheiro Civil com Mestrado pela PUC-RJ. Especialização em Estudos Teológicos EAD/Andrew Jumper/Mackenzie (cursando).
Igreja Batista.

PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Larissa Ferraro

COORDENADORA

Administradora de empresas com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Mestre em aconselhamento bíblico pelo Faith Seminary em Lafayette, Indiana nos EUA.
Conselheira bíblica certificada pela ABCB.
Membro do Biblical Counseling Coalition USA.
Trabalhou por 10 anos como conselheira secular e desde 2010 serve como conselheira bíblica.
Coordenadora do curso de aconselhamento bíblico da Escola Charles Spurgeon.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Fernando Sousa

Vice-Presidente, professor e conselheiro da ABCB – Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos. Membro da equipe pastoral da Igreja Batista de Tupã – SP. Mestre em Psicologia Educacional, Especialista em Psicologia Pastoral, Licenciado em Filosofia e Pedagogia. Graduado em Teologia.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Sacha Mendes

Alexandre Mendes, também conhecido como “Sacha”, é um dos pastores da Igreja Batista Maranata em São José dos Campos, SP. Sacha é bacharel em economia pela Universidade São Paulo, bacharel em teologia com ênfase em ministério pastoral pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida, mestre em Aconselhamento Bíblico – M.A. – pelo The Master’s College (Santa Clarita, CA, EUA), mestre em divindade – M. Div. – pelo Faith Bible Seminary (Lafayette, IN, EUA) e doutorando em ministério com ênfase em exposição bíblica – D. Min. – pelo Southeastern Baptist Theological Seminary (Wake Forest, NC, EUA). É co-autor dos livros “O namoro e o noivado que Deus sempre quis” (2013) e “Perguntas e respostas sobre o namoro e noivado que Deus sempre quis” (2015), ambos pela editora Hagnos. Sacha atua como diretor para visão e expansão da Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos (ABCB) e membro do conselho diretor da Biblical Counseling Coalition (BCC).
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Wallace Juliare

Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida (1996) e pela Faculdade Sul Americana (2010). Mestre em Ministérios Eletivos pelo SBPV (2008). Mestrando em Aconselhamento Bíblico pelo Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP). Professor na área de Teologia Bíblica e Exegese do Novo Testamento; e nas áreas de Vida Cristã e Família, no programa de Graduação do CETEVAP. Professor na área de Aconselhamento Bíblico no programa de Pós Graduação da SEBI. Pastor no Templo Batista Biblico.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Randal Richner

BA Cedarville University, MA Grand Rapids Baptist Seminary, MA em Aconselhamento Biblico Faith Bible Seminary, 4 anos como pastor auxiliar de Washington Baptist Church, Indiana (92-95), Missionario ABWE International (1996 – presente) – pastor e missionario em Ivoti, RS Brasil – casado com Cintia (1992) – 3 filhos – Ariana, Joel, Jason.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Eugênio César Castilho

Formação em Psicologia (UMC);
Bacharel em Teologia (STG); Mestrando em Aconselhamento Biblico (CETEVAP/SEBI);
Treinamento em Aconselhamento Bíblico (NUTRA);
Treinamento em Aconselhamento Cristão (FLAM).
Professor nos cursos de Aconselhamento Biblico NUTRA(SP e RJ);
CAB Atibáia.
PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Carlos Bacoccina

Professor da ABCB. Formado em Teologia pelo Seminário Batista Logos. Pastor da Igreja Batista Regular em Jd. Tremembé – São Paulo.
Professor do Seminário Batista Logos. Capelão e educador do Colégio Betel Brasileiro.
Fundador e Conselheiro do CAD (clinica de Aconselhamento e Discipulado).
Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo.
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Jenuan Lira

Pastor da Igreja Bíblica Batista do Planalto, Diretor da Missão Maranata;
Bacharel em Teologia pelo Seminário Batista do Cariri;
Licenciado em Letras pela UECE;
Mestrando em Aconselhamento Bíblico pela Master’s University.

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Tiago Abdalla

Mestrado em Teologia e Exposição do A.T no Seminário Bíblico Palavra da Vida
Estudou Master of Arts in Biblical Studies no Seminário Teológico Servo de Cristo
Bacharel em Teologia na Faculdade Teológica Sul Americana
Bacharel no Seminário Bíblico Palavra da Vida
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Antonio Neto

Formado em Teologia pelo SBC
Mestrando em Teologia Sistemática
Pastor Batista
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Wilson Porte Jr

Formado em Teologia pelo Seminário Palavra da Vida. Mestre em Teologia-Histórica pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper – Universidade Mackenzie. Professor no Seminário Martin Bucer e também pastor da Igreja Batista.
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Leandro Pasquini

Bacharel em Teologia com ênfase pastoral e Educação Cristã (SBPV)
Mestrando em Teologia Histórica (Centro de Pós-Graduaçã Andrew Jumper)
Especialização pastoral (Capitol Hill Baptist Church)
Fundador e professor do curso “Imersão na Palavra”
Bacharel em Publicidade e Propaganda (PUC Campinas / ULBRA Canoas)
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Marcos Granconato

Professor do Seminário Palavra da Vida de Atibaia-SP por mais de 20 anos. Mestre em Teologia Histórica pelo Andrew Jumper/ Universidade Mackenzie. Autor de: “A Essência do Evangelho de Paulo” (Comentário de Gálatas), “Eles falaram sobre o inferno”, “A Prática da Igreja de Deus”. Pastor da Igreja Batista e Bacharel em Direito.
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Franklin Ferreira

Formado em Teologia pela Universidade Mackenzie e Mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul. É diretor e professor do Seminário Martin Bucer, é consultor acadêmico de Edições Vida Nova. Autor de: A Igreja Cristã na História, O Credo dos Apóstolos e Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética (este em coautoria com Alan Myatt), publicados por Edições Vida Nova.
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Jonas Madureira

Jonas Madureira é Formado em Teologia pelo Seminário Betel Brasileiro e pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Bacharel e Mestre em Filosofia pela PUC-SP e Doutor em filosofia pela USP e pela Universidade de Colônia, Alemanha. É editor de Edições Vida Nova. Leciona teologia sistemática, apologética e exposição bíblica do AT e do NT no Seminário Martin Bucer.
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Gaspar de Souza

Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Formado em Teologia pelo SPN, onde atua como professor nas áreas de Teologia Exegética e Apologética. O Prof. Gaspar também é Mestrando pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper nas áreas de Teologia do Antigo Testamento e Teologia Filosófica.
(Professor Visitante).
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Dr. Jean Marques Regina

Advogado desde 2004, professor, escritor e ensaísta. Graduado pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2004). Membro da OAB/RS, inscrito sob o n. 59.445, membro da OAB/SP, inscrito sob o n. 370.335. Pós-graduado em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, em parceria com a Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra (Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos) (2017). Pós-graduado em Teologia e Bíblia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Professor em diversos cursos de Direito Religioso. 2º. Vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião – IBDR. Coordenador do corpo de juristas das Igrejas Históricas Protestantes Brasileiras para estudos de Direito Eclesiástico. Colunista da Gazeta do Povo – coluna “Crônicas de um Estado Laico”. Colunista dos blogs “Voltemos ao Evangelho” e “Gospel Prime”. Articulista na Revista de Teologia Brasileira / Vida Nova, Burke Instituto Conservador e Mensageiro Luterano. Advogado aliado da Alliance Defending Freedom (EUA), maior entidade de advogados cristãos do mundo, Fellow Alumnus da Acton Institute (EUA). Co-autor da obra: Direito Religioso: questões práticas e teóricas e de outras obras em coletâneas.
PROF. CONTEÚDO ONLINE + PROF. VISITANTES​

Dr. Thiago Rafael Vieira

Advogado desde 2004, professor, escritor e ensaísta. Graduado pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2004). Membro da OAB/RS, inscrito sob o n.º 58.257 (2004), membro da OAB/SC inscrito sob o n.º 38.669-A e membro da OAB/PR inscrito sob o n.º 71.141, especialista em Direito do Estado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2005). Pós-graduado em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, em parceria com a Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra (Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos) (2017). Pós-graduado em Teologia e Bíblia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Professor visitante da ULBRA e em diversos cursos de Direito Religioso. Presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião – IBDR. Colunista da Gazeta do Povo – coluna “Crônicas de um Estado Laico”. Colunista dos blogs “Voltemos ao Evangelho” e “Gospel Prime”. Articulista na Revista de Teologia Brasileira / Vida Nova, Burke Instituto Conservador, Mensageiro Luterano e Instituto Liberal. Vice-presidente do Instituto Cultural e Artístico Filadélfia – ICAF e atualmente é Conselheiro Fiscal da Igreja Batista Filadélfia de Canoas/RS. Co-autor da obra: Direito Religioso: questões práticas e teóricas e de outras obras em coletâneas.
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Timothy Blazer

Missionário da ABWE. Pastor da Igreja Bíblica Batista do Eusébio. Bacharel em Educação Religiosa pela Cornerstone University – Grand Rapids, MI. Mestre em Ministério Pastoral pelo Grand Rapids Theological Seminary – Grand Rapids, MI.

COORDENAÇÃO

COORDENAÇÃO

Hélio Sales

Coordenador do Dpto. Online

Graduando-se em Teologia pela Escola Charles Spurgeon.
Formado em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Fortaleza.
Coordenador do Dpto. Online da ECS
COORDENAÇÃO

Cláudia Carioca

Coordenadora Pedagógica

Doutora em Linguística e Graduada em Letras pela Universidade Federal do Ceará.
Pós-Doutorado em Linguística.
Igreja Batista.
COORDENAÇÃO

Suely Coelho

Coordenadora Geral

Graduada em Filosofia.
Igreja Batista

CONSELHO

Cleyton Gadelha

André Luiz Araújo

Ariel Tidre Ferreira

Cláudia Carioca

Paulo Sérgio Cruz

Marcus Peter Dimarães

Renir Campos

Raquel Gadelha da Paixão