Dispensacionalismo, Teologia do Pacto e Teologia da Nova Aliança. (Qual a Posição de John Piper?)

Hélio Sales

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Dispensacionalismo, Teologia do Pacto e Teologia da Nova Aliança. (Qual a Posição de John Piper?)

Por Notícias

Há três campos teológicos principais sobre as questões da lei, evangelho e a estruturação do relacionamento redentor de Deus com a humanidade: Dispensacionalismo, Teologia do Pacto e Teologia da Nova Aliança. Muitos têm nos escrito perguntando sobre as diferenças entre essas três visões, e assim, antes de discutir a perspectiva de John Piper, daremos uma visão geral de cada um desses campos.

Dispensacionalismo

Pode ser difícil sumarizar a teologia dispensacionalista como um todo, pois nos últimos anos têm se desenvolvido múltiplas formas da mesma. Em geral, há três distintivos principais. Primeiro, o dispensacionalismo vê Deus como estruturando seu relacionamento com a humanidade através de vários estágios de revelação, que delimitam diferentes dispensações, ou arranjos de administração. Cada dispensação é um “teste” da humanidade para ser fiel à revelação particular dada naquele tempo. Geralmente, sete dispensações são distinguidas: inocência (antes da queda), consciência (Adão a Noé), promessa (Abraão a Moisés), Lei (Moisés a Cristo), graça (Pentecoste ao arrebatamento), e o milênio. Segundo, o dispensacionalismo sustenta uma interpretação literal da Escritura. Isto não nega a existência de figuras de linguagem e linguagens não-literais na Bíblia, mas antes, significa que há um significado literal por detrás das passagens figuradas.

Terceiro, como resultado desta interpretação literal da Escritura, o dispensacionalismo sustenta uma distinção entre Israel (até mesmo o Israel crente) e a igreja. Nesta visão, as promessas feitas a Israel no AT não foram pretendidas como profecias sobre o que Deus faria espiritualmente para a igreja, mas seria literalmente cumprida pelo próprio Israel (principalmente no milênio). Por exemplo, a promessa da terra é interpretada como significando que um dia Deus restaurará plenamente Israel à Palestina. Em contraste, os não-dispensacionalistas tipicamente vêem a promessa da terra como pretendida por Deus para profetizar, na forma obscura do antigo pacto, a grande realidade de que ele um dia faria da igreja inteira, judeus e gentios, herdeiros de todo o mundo renovado (cf. Romanos 4:13).

Assim, em muitas formas é correto dizer que o dispensacionalismo crê em “dois povos de Deus”. Embora tanto judeus como gentios sejam salvos por Cristo através da fé, o Israel crente será o recipiente das promessas “terrenas” adicionais (tais como prosperidade na terra específica da Palestina, a ser concretizada plenamente no milênio) que não se aplicam aos gentios crentes, cuja herança primária, dessa forma, é “celestial”.

Teologia do Pacto

A teologia do pacto crê que Deus tem estruturado seu relacionamento com a humanidade por pactos, ao invés de dispensações. Por exemplo, na Escritura lemos explicitamente de vários pactos funcionando como estágios na história redentora, tais como o pacto com Abraão, a entrega da lei, o pacto com Davi, e o novo pacto. Esses pactos pós-queda não são novos testes da fidelidade do homem a cada novo estágio de revelação (como são as dispensações no dispensacionalismo); antes, são administrações diferentes do único e abrangente pacto da graça. O pacto da graça é um dos dois pactos fundamentais na teologia do pacto. Ele estrutura o relacionamento pós-queda de Deus para com a humanidade; antes da queda, Deus estruturou seu relacionamento pelo pacto das obras. O pacto da graça é mais bem entendido na relação com o pacto das obras.

O pacto das obras, instituído no Jardim do Éden, foi a promessa de que a obediência perfeita seria recompensada com a vida eterna. Adão foi criado sem pecado, mas com a capacidade para cair no pecado. Tivesse ele permanecido fiel na hora da tentação no Jardim do Éden (o “período probatório”), ele se tornaria incapaz de pecar e teria assegurado uma eterna e inquebrável posição correta diante de Deus.

Mas Adão pecou e quebrou o pacto, e através disso, sujeitou a si mesmo e todos os seus descendentes à penalidade da quebra do pacto: a condenação.

Portanto, Deus, em sua misericórdia, instituiu o “pacto da graça”, que é a promessa de redenção e vida eterna àqueles que creriam no Redentor (vindouro). O requerimento da obediência perfeita para a vida eterna não é anulada no pacto da graça; pelo contrário, ele é cumprido por Cristo em favor do seu povo, visto que agora todos são pecadores, e ninguém pode satisfazer a condição de obediência perfeita por seu próprio desempenho. O pacto da graça, então, não coloca o pacto das obras de lado; antes, ele o cumpre!

Como mencionado acima, a teologia do pacto enfatiza que há somente um pacto da graça, e que todos os vários pactos redentores sobre os quais lemos na Escritura são simplesmente administrações diferentes deste único pacto. Como prova, é apontado que um pacto é em essência simplesmente uma promessa dada soberanamente (frequentemente com estipulações), e visto que há somente uma promessa de salvação (a saber, pela graça através da fé), segue-se que há, portanto, somente um pacto da graça. Todos os pactos redentores específicos sobre os quais lemos (o Abraâmico, Mosaico, etc.) são várias e progressivas expressões do pacto da graça.

Teologia da Nova Aliança [Pacto]

A teologia da nova aliança tipicamente não sustenta um pacto das obras ou um pacto da graça abrangente (embora eles ainda argumentem em favor de um único caminho de salvação). A diferença essencial entre a Teologia da Nova Aliança (daqui em diante TNA) e a Teologia do Pacto (TP), contudo, diz respeito à Lei Mosaica. A TP sustenta que a Lei Mosaica pode ser dividida em três grupos de lei – aquelas regulando o governo de Israel (leis civis), as leis cerimoniais e as leis morais. A lei cerimonial e a civil não mais estão em vigor, pois a primeira foi cumprida por Cristo e a última aplicava-se somente à teocracia de Israel, que agora não existe mais. Mas a lei moral continua.

A TNA argumenta que ninguém pode dividir a lei dessa forma, como se parte da Lei Mosaica pudesse ter sido ab-rogada e o restante ainda permanece em vigor. A Lei Mosaica é uma unidade, dizem eles, e assim, se parte foi cancelada, tudo dela foi cancelado. Em adição, eles dizem que o Novo Testamento ensina claramente que a Lei Mosaica como um todo foi substituída em Cristo. Em outras palavras, ela não mais é nossa fonte direta e imediata de orientação. A Lei Mosaica, como uma lei, não mais é obrigatória para o crente.

Isto significa que os crentes não são mais governados por alguma lei divina? Não, pois a Lei Mosaica foi substituída pela lei de Cristo. A TNA faz uma distinção entre a lei moral eterna de Deus e o código no qual Deus expressa essa lei para nós. A Lei Mosaica é uma expressão da lei moral eterna como um código particular que também contém regulamentações positivas pertinentes ao propósito temporal particular do código, e, portanto, o cancelamento da Lei Mosaica não significa que a lei moral eterna em si foi cancelada. Antes, no cancelamento da Lei Mosaica, Deus nos deu uma expressão diferente da sua lei moral eterna – a saber, a Lei de Cristo, consistindo nas instruções morais do ensino de Cristo e do Novo Testamento. A questão chave que a TNA procura levantar é: Para onde olhamos para ver a expressão da lei moral eterna de Deus hoje – para Moisés, ou para Cristo? A TNA diz que devemos olhar para Cristo.

Há muitas similaridades entre a Lei de Cristo e a Lei Mosaica, mas isto não muda o fato de que a Lei Mosaica foi cancelada e que, portanto, não devemos olhar para ela a fim de conseguir orientação direta, mas antes para o Novo Testamento. Por exemplo, a Inglaterra e os Estados Unidos possuem leis similares (por exemplo, o assassinato é ilegal em ambos os paises). Todavia, os ingleses não estão sob as leis da América, mas da Inglaterra. Se um cidadão inglês assassina na Inglaterra, ele é culpado por quebrar uma lei da Inglaterra contra o assassinato, não uma lei Americana.

O benefício da TNA, argumentam seus defensores, é que ela soluciona a dificuldade de tentar compreender quais das leis de Moisés se aplicam hoje. Sobre o entendimento deles, visto que a Lei Mosaica não é mais uma fonte de orientação direta e imediata, devemos olhar para a Lei de Cristo a fim de obter nossa orientação direta. Embora a Lei Mosaica não seja mais um código de lei obrigatório na era do NT, ela ainda tem a autoridade, não de lei, mas de testemunho profético. Como tal, preenche e explica certos conceitos tanto na lei do antigo como do novo pacto.

A posição de John Piper

John Piper tem algumas coisas em comum com cada uma destas visões, mas não se classifica dentro de qualquer um desses três campos. Provavelmente ele está mais longe do dispensacionalismo, embora concorde com o mesmo de que haverá um milênio.

Muitos dos seus heróis teológicos eram teólogos do pacto (por exemplo, a maioria dos Puritanos), e ele vê certo mérito no conceito de um pacto das obras pré-queda, mas ele não tomou uma posição sobre o conceito especifico deles do pacto da graça. Com respeito às suas visões sobre a Lei Mosaica, ele parece estar mais próximo da teologia da Nova Aliança do que da Teologia do Pacto, embora uma vez mais isso não quer dizer que ele se enquadre precisamente dentro desta categoria.

Do Livro: “Lei e Evangelho” (Coleção Debates Teológicos) Editora Vida.

Corpo Docente

PROFESSORES RESIDENTES​

Professores Residentes

Cleyton Gadelha

Diretor Executivo

Formado em Teologia pelo STBB Seminário Teológico Batista Bíblico-NE
Pastor emérito da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

André Luiz Araújo

Deão de Alunos

Formado em Teologia pelo Seminário e Instituto Bíblico Maranata
Convalidação em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Diplomado pelo Instituto Bíblico Eduardo Lane (IBEL).
Pastor titular da Igreja Batista de Parquelândia
Professores Residentes

Felipe Prestes

Formado em Teologia pelo SBC
Mestrando em Novo Testamento pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper/Mackenzie
Igreja Batista Luz do Mundo em Fortaleza-CE.
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Francisco Macena

Bacharel em teologia pelo Seminário Teológico de Fortaleza (2007); Mestre (2017) em Teologia Sistemática, com concentração de estudos em teologia contemporânea, pelo Centro de Pós-graduação Andrew Jumper (CPAJ); atualmente é doutorando em ministério pelo CPAJ, com concentração de estudos na área de Aconselhamento Bíblico e antropologia bíblica. É ministro da IPB desde 2008 e serve como pastor da IP Cambeba desde 2009; também serve a denominação em áreas de ensino e comissões especiais de pesquisa teológica.
Professores Residentes

Jefferson Oliveira

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pós-graduando em Estudos Teológicos (Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper).
Bacharel em Direito
Igreja Batista
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Ariel Tidre Ferreira

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pastor auxiliar da Igreja Batista de Parquelândia
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Aldenor Pacífico Neto

Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).
Formado em Teologia pela Escola Charles Spurgeon
Mestrando em Estudos Bíblico e Hermenêuticos pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.
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Iranildo Medeiros

Formado em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon
Pastor da Igreja Bíblica Monte Sião
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Gerson Almeida

Engenheiro Civil com Mestrado pela PUC-RJ. Especialização em Estudos Teológicos EAD/Andrew Jumper/Mackenzie (cursando).
Igreja Batista.

PROFESSORES PARA O CURSO DE ACONSELHAMENTO BÍBLICO

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Larissa Ferraro

COORDENADORA

Administradora de empresas com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Mestre em aconselhamento bíblico pelo Faith Seminary em Lafayette, Indiana nos EUA.
Conselheira bíblica certificada pela ABCB.
Membro do Biblical Counseling Coalition USA.
Trabalhou por 10 anos como conselheira secular e desde 2010 serve como conselheira bíblica.
Coordenadora do curso de aconselhamento bíblico da Escola Charles Spurgeon.
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Fernando Sousa

Vice-Presidente, professor e conselheiro da ABCB – Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos. Membro da equipe pastoral da Igreja Batista de Tupã – SP. Mestre em Psicologia Educacional, Especialista em Psicologia Pastoral, Licenciado em Filosofia e Pedagogia. Graduado em Teologia.
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Sacha Mendes

Alexandre Mendes, também conhecido como “Sacha”, é um dos pastores da Igreja Batista Maranata em São José dos Campos, SP. Sacha é bacharel em economia pela Universidade São Paulo, bacharel em teologia com ênfase em ministério pastoral pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida, mestre em Aconselhamento Bíblico – M.A. – pelo The Master’s College (Santa Clarita, CA, EUA), mestre em divindade – M. Div. – pelo Faith Bible Seminary (Lafayette, IN, EUA) e doutorando em ministério com ênfase em exposição bíblica – D. Min. – pelo Southeastern Baptist Theological Seminary (Wake Forest, NC, EUA). É co-autor dos livros “O namoro e o noivado que Deus sempre quis” (2013) e “Perguntas e respostas sobre o namoro e noivado que Deus sempre quis” (2015), ambos pela editora Hagnos. Sacha atua como diretor para visão e expansão da Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos (ABCB) e membro do conselho diretor da Biblical Counseling Coalition (BCC).
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Wallace Juliare

Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida (1996) e pela Faculdade Sul Americana (2010). Mestre em Ministérios Eletivos pelo SBPV (2008). Mestrando em Aconselhamento Bíblico pelo Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP). Professor na área de Teologia Bíblica e Exegese do Novo Testamento; e nas áreas de Vida Cristã e Família, no programa de Graduação do CETEVAP. Professor na área de Aconselhamento Bíblico no programa de Pós Graduação da SEBI. Pastor no Templo Batista Biblico.
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Randal Richner

BA Cedarville University, MA Grand Rapids Baptist Seminary, MA em Aconselhamento Biblico Faith Bible Seminary, 4 anos como pastor auxiliar de Washington Baptist Church, Indiana (92-95), Missionario ABWE International (1996 – presente) – pastor e missionario em Ivoti, RS Brasil – casado com Cintia (1992) – 3 filhos – Ariana, Joel, Jason.
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Eugênio César Castilho

Formação em Psicologia (UMC);
Bacharel em Teologia (STG); Mestrando em Aconselhamento Biblico (CETEVAP/SEBI);
Treinamento em Aconselhamento Bíblico (NUTRA);
Treinamento em Aconselhamento Cristão (FLAM).
Professor nos cursos de Aconselhamento Biblico NUTRA(SP e RJ);
CAB Atibáia.
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Carlos Bacoccina

Professor da ABCB. Formado em Teologia pelo Seminário Batista Logos. Pastor da Igreja Batista Regular em Jd. Tremembé – São Paulo.
Professor do Seminário Batista Logos. Capelão e educador do Colégio Betel Brasileiro.
Fundador e Conselheiro do CAD (clinica de Aconselhamento e Discipulado).
Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo.
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Jenuan Lira

Pastor da Igreja Bíblica Batista do Planalto, Diretor da Missão Maranata;
Bacharel em Teologia pelo Seminário Batista do Cariri;
Licenciado em Letras pela UECE;
Mestrando em Aconselhamento Bíblico pela Master’s University.

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Tiago Abdalla

Mestrado em Teologia e Exposição do A.T no Seminário Bíblico Palavra da Vida
Estudou Master of Arts in Biblical Studies no Seminário Teológico Servo de Cristo
Bacharel em Teologia na Faculdade Teológica Sul Americana
Bacharel no Seminário Bíblico Palavra da Vida
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Antonio Neto

Formado em Teologia pelo SBC
Mestrando em Teologia Sistemática
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Wilson Porte Jr

Formado em Teologia pelo Seminário Palavra da Vida. Mestre em Teologia-Histórica pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper – Universidade Mackenzie. Professor no Seminário Martin Bucer e também pastor da Igreja Batista.
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Leandro Pasquini

Bacharel em Teologia com ênfase pastoral e Educação Cristã (SBPV)
Mestrando em Teologia Histórica (Centro de Pós-Graduaçã Andrew Jumper)
Especialização pastoral (Capitol Hill Baptist Church)
Fundador e professor do curso “Imersão na Palavra”
Bacharel em Publicidade e Propaganda (PUC Campinas / ULBRA Canoas)
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Marcos Granconato

Professor do Seminário Palavra da Vida de Atibaia-SP por mais de 20 anos. Mestre em Teologia Histórica pelo Andrew Jumper/ Universidade Mackenzie. Autor de: “A Essência do Evangelho de Paulo” (Comentário de Gálatas), “Eles falaram sobre o inferno”, “A Prática da Igreja de Deus”. Pastor da Igreja Batista e Bacharel em Direito.
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Franklin Ferreira

Formado em Teologia pela Universidade Mackenzie e Mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul. É diretor e professor do Seminário Martin Bucer, é consultor acadêmico de Edições Vida Nova. Autor de: A Igreja Cristã na História, O Credo dos Apóstolos e Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética (este em coautoria com Alan Myatt), publicados por Edições Vida Nova.
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Jonas Madureira

Jonas Madureira é Formado em Teologia pelo Seminário Betel Brasileiro e pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Bacharel e Mestre em Filosofia pela PUC-SP e Doutor em filosofia pela USP e pela Universidade de Colônia, Alemanha. É editor de Edições Vida Nova. Leciona teologia sistemática, apologética e exposição bíblica do AT e do NT no Seminário Martin Bucer.
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Gaspar de Souza

Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Formado em Teologia pelo SPN, onde atua como professor nas áreas de Teologia Exegética e Apologética. O Prof. Gaspar também é Mestrando pelo Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper nas áreas de Teologia do Antigo Testamento e Teologia Filosófica.
(Professor Visitante).
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Dr. Jean Marques Regina

Advogado desde 2004, professor, escritor e ensaísta. Graduado pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2004). Membro da OAB/RS, inscrito sob o n. 59.445, membro da OAB/SP, inscrito sob o n. 370.335. Pós-graduado em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, em parceria com a Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra (Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos) (2017). Pós-graduado em Teologia e Bíblia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Professor em diversos cursos de Direito Religioso. 2º. Vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião – IBDR. Coordenador do corpo de juristas das Igrejas Históricas Protestantes Brasileiras para estudos de Direito Eclesiástico. Colunista da Gazeta do Povo – coluna “Crônicas de um Estado Laico”. Colunista dos blogs “Voltemos ao Evangelho” e “Gospel Prime”. Articulista na Revista de Teologia Brasileira / Vida Nova, Burke Instituto Conservador e Mensageiro Luterano. Advogado aliado da Alliance Defending Freedom (EUA), maior entidade de advogados cristãos do mundo, Fellow Alumnus da Acton Institute (EUA). Co-autor da obra: Direito Religioso: questões práticas e teóricas e de outras obras em coletâneas.
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Dr. Thiago Rafael Vieira

Advogado desde 2004, professor, escritor e ensaísta. Graduado pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA (2004). Membro da OAB/RS, inscrito sob o n.º 58.257 (2004), membro da OAB/SC inscrito sob o n.º 38.669-A e membro da OAB/PR inscrito sob o n.º 71.141, especialista em Direito do Estado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2005). Pós-graduado em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, em parceria com a Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra (Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos) (2017). Pós-graduado em Teologia e Bíblia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Professor visitante da ULBRA e em diversos cursos de Direito Religioso. Presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião – IBDR. Colunista da Gazeta do Povo – coluna “Crônicas de um Estado Laico”. Colunista dos blogs “Voltemos ao Evangelho” e “Gospel Prime”. Articulista na Revista de Teologia Brasileira / Vida Nova, Burke Instituto Conservador, Mensageiro Luterano e Instituto Liberal. Vice-presidente do Instituto Cultural e Artístico Filadélfia – ICAF e atualmente é Conselheiro Fiscal da Igreja Batista Filadélfia de Canoas/RS. Co-autor da obra: Direito Religioso: questões práticas e teóricas e de outras obras em coletâneas.
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Timothy Blazer

Missionário da ABWE. Pastor da Igreja Bíblica Batista do Eusébio. Bacharel em Educação Religiosa pela Cornerstone University – Grand Rapids, MI. Mestre em Ministério Pastoral pelo Grand Rapids Theological Seminary – Grand Rapids, MI.

COORDENAÇÃO

COORDENAÇÃO

Hélio Sales

Coordenador do Dpto. Online

Graduando-se em Teologia pela Escola Charles Spurgeon.
Formado em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Fortaleza.
Coordenador do Dpto. Online da ECS
COORDENAÇÃO

Cláudia Carioca

Coordenadora Pedagógica

Doutora em Linguística e Graduada em Letras pela Universidade Federal do Ceará.
Pós-Doutorado em Linguística.
Igreja Batista.
COORDENAÇÃO

Suely Coelho

Coordenadora Geral

Graduada em Filosofia.
Igreja Batista

CONSELHO

Cleyton Gadelha

André Luiz Araújo

Ariel Tidre Ferreira

Cláudia Carioca

Paulo Sérgio Cruz

Marcus Peter Dimarães

Renir Campos

Raquel Gadelha da Paixão