A SUÉCIA é um PAÍS PECULIAR

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A SUÉCIA é um PAÍS PECULIAR

Por Joel Theodoro

A Suécia é um país peculiar
De lá se espalharam muitos missionários até o início do século XX. Depois, tornou-se secularizado ao extremo. Depois, passou disso… Usa seus fetos abortados para alegrar o hedonismo coletivo (quantos seres humanos foram abortados desde 1939?) Depois importa levas de muçulmanos para povoar o país esvaziado porque não nasce mais sueco suficiente (?!?!)

As crianças (só as suecas) que conseguem nascer lá são “protegidas” de seus pais, que são obrigados a um monte de “rebolado” para não perderem a guarda de seus filhos. Uma menina com problemas que deveria ser, mas que não é “protegida” de seus pais ou por seus pais, diz que lhe roubaram a infância. Mas ano passado houve novo recorde: 7840 crianças estupradas na Suécia, a metade disso com menos de 13 anos: essas tiveram a infância roubada. Lembrando que o país tem menos de 10 milhões de habitantes.

Como foram estupradas quase na totalidade por muçulmanos, a lei sueca não pode fazer nada, porque os muçulmanos não entendem o “não” da vítima e o Parlamento nem toma conhecimento, mesmo sendo o país declaradamente mais feminista do mundo.

Um relatório de 2016 dava conta de que por lá havia cerca de 40 mil mulheres com mutilações genitais, o que não pode ser mencionado (censura na democracia pujante?) porque essas mutilações são parte da crença e da tradição muçulmana.

Enquanto isso, juntamente com outros 6 países, acusou formalmente Israel de “impedir o direito das mulheres palestinas”. Curiosamente isso se relacionava com o caso da condenação de uma iraniana de 24 anos condenada à prisão por tirar seu “hijab” em público.

Por isso tudo e muito mais, a Suécia (sim, a maravilha da social-democracia com IDH na ponta do mundo) hoje tem zonas de exclusão, que eles chamam “No Go Police Zone”: a polícia deles, que não pode fazer nada, também não entra lá…
Na paz da bucólica Suécia, nos primeiros meses deste ano houve 120 explosões a bomba registradas

Aí me pergunto: O que a Suécia pode falar dos outros? Não seria distrair os suecos e o resto do mundo da sua real situação?
Em tempo, antes de alguém perguntar: Quanto aos dados acima, é só procurar em jornais estrangeiros que vai achar tudo (e muito, muito mais que isso).

Aqui no Brasil também é engraçado, e parece que estamos numa sombra voltairiana: um grupo enorme de gente vive sob a sombra de Cândido, que parece acreditar piamente no seu mestre Pangloss, sabidamente mestre metafísico-teólogo-cosmolonigologista, e que insiste na tese de que há um “melhor dos mundos possíveis”. Passam a vida à cata de sua Cunegundes ideológico-politicamente correta. Mas, ao final, parecem contentar-se com o refastelar-se de seu doce de cidra e pistache.

Fico pesaroso de ver pastores e jovens que insistem em se colocar como sábios e brilhantes defendendo coisas obtusas como se boas e belas fossem. No fundo, pesa-me ainda mais o coração, por constatar que a aparente perspicácia é, em verdade, nada além que uma palurdice.

Como consertar a Suécia? Voltando ao primeiro amor, tornando seu olhar a Cristo. Simples desse jeito. Não vai voltar? Vai ficar parecendo árvore frondosa, mas continuará dando fruto ruim até o fim.
Quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça!