ARREPENDIMENTO DIVINO

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ARREPENDIMENTO DIVINO

Por Hartman Mangueira

(NAHAM – ARREPENDEU)
O verbo hebraico “arrependeu” (“naham”) foi traduzido na literatura bíblica portuguesa por “arrepender-se” ou “consolar”. “O termo (naham) ‘arrepender’ ocorre cerca de 40 vezes e “consolar” cerca de 65 vezes no AT. Os estudiosos dão várias opiniões no esforço de determinar o significado de naham, relacionando a palavra com mudança ou disposição do coração, mente, propósito ou mudança da conduta pessoal.

Este verbo ocorre em alguns textos indicando sentimentos pessoais. Em Jz 21:15 retrata o sentimento que as onze tribos tiveram pela tribo de Benjamim no período de guerra civil, quando a tribo de Benjamim quase foi dizimada; então as demais tribos “tiveram compaixão” (naham). E em Gn. 24:67 afirma que Isaque foi “consolado” (naham) quando se casou, depois da morte de sua mãe, Sara. Naham aqui trata do sentimento ou amor pela esposa.

No hebraico o verbo (naham) ocorre no pual, hitpael, mas especialmente, no nifal e piel. O verbo reflete a idéia de “respirar profundamente” e, por conseguinte, a manifestação física dos sentimentos da pessoa, geralmente tristeza, compaixão ou pena. Define-se naham como: Arrepender-se, ter pena, consolar, ter compaixão, lamentar, ter tristeza ou ser consolado.

O uso do termo no AT está relacionado ao “arrependimento” de Yahweh (SENHOR) em textos centrais Gn. 6.6,7; Ex. 32.12,14; I Sm. 15.11,35 e Jn. 3.10. Nestas quatro ocorrências o verbo hebraico está no passivo, nifal. Isto é, o sujeito sofre ação. Neste caso Deus é o sujeito que sofre ação. Propõe-se afirmar neste ensaio exegético que Deus reage arrependendo-se devido ao comportamento de suas criaturas.

A primeira ocorrência de ‘arrependimento divino’ é devido à desobediência e atitude humana para com Deus; “então se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou o coração” (Gn. 6:6). A reação de Yahweh é de “arrependimento” porque a humanidade praticou violência e corrupção. “arrependimento” aqui é sentir tristeza e pesar diante da situação de decadência espiritual da humanidade.

Deus não está “arrependido” por ter criado o homem sobre a terra; e assim cometido uma falha; mas apenas mostrando o seu desprazer diante da corrupção e violência de suas criaturas. O arrependimento divino pode ser visto como tristeza e pesar divino diante da civilização violenta e corrupta.

Certamente, que há tristeza e pesar no coração divino diante da situação de violência e corrupção que se estabeleceu no mundo e em nosso país neste momento histórico. E, assim, como Deus atuou naquele momento histórico, fará o mesmo com nossa geração violenta e corrupta. Mas promete livramento e salvação para os fieis.

A segunda, ocorrência central encontra-se em Ex.32.14 “então se arrependeu o SENHOR do mal que dissera havia de fazer ao povo”. Os israelitas no deserto desobedeceram a Deus ao fabricar um bezerro para adorar e servir; e, caíram na idolatria e prostituição. Neste incidente, Deus fala a Moisés que vai consumir seu povo com ira e fazer dele uma grande nação.

E Moisés intercede diante de Deus que perdoe e restaure seu povo. Moisés apela lembrando a Deus de dois fatos importantes, primeiro, lembra de sua honra diante dos egípcios. “por que hão dizer os egípcios: Com maus intentos os tirou, para matá-los nos montes, e para consumi-los da face da terra” (Ex. 32:12a).

Moisés está apelando ao bom-senso e honra divina que considere a sua honra diante do Egito. Ou seja, o que os egípcios diriam de sua honra e intento.

Segundo, apela para as promessas de Deus no passado “lembra-te de Abraão, de Isaque e de Israel, teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado, e lhes dissestes: Multiplicarei a vossa descendência, como as estrelas do céu, e toda esta terra de que tenho falado, dá-la-ei à vossa descendência, para que a possuam por herança eternamente”.

Moisés apela para que Deus considere suas promessas do passado aos patriarcas, de descendência e terra. Após este apelo, Deus reage com sentimento de compaixão pelo seu povo.

Arrependimento aqui é sentir compaixão e conferir perdão. Neste caso o verbo naham encaixa melhor num contexto de compaixão do que de mudança. Sendo assim, Deus reage passivamente sentindo compaixão e perdoando seu povo.
O povo de Deus deve saber que Yahweh (SENHOR) é Deus de compaixão pelo seu povo até mesmo em momento de ira.

Terceiro, a palavra (naham) ocorre quando Deus convida Saul para destruir totalmente os amalequitas, e este obedece apenas parcialmente a ordem divina. ” E Saul e o povo pouparam a Agague, e o melhor das ovelhas e dos bois, e os animais gordos e dos cordeiros e o melhor que havia, e não os quiseram destruir totalmente; porém toda coisa vil e desprezível destruíram” (I Sm.15:9).

Em I Sm. 15.11,35 o termo naham (arrependimento) é usado para indicar a reação de descontentamento e desprezo de Yahweh diante do comportamento de Saul.

O verbo naham está no nifal, isto é, passivo, onde Deus é o sujeito passivo da ação. Naham deve ser vista aqui como “sentir pena” ou “lamentar’. O sentimento interior de Deus é de lamento e desprezo diante do comportamento de Saul. E, não uma atitude divina de “arrependimento” por ter cometido um erro em eleger Saul rei. E, sim, o descontentamento pelo fracasso administrativo e espiritual de Saul.

O povo de Deus deve estar ciente de que obedecer a palavra de Deus parcialmente acarreta no lamento e desprezo do Senhor.

E por último, no livro de Jonas o Yahweh promete derramar sua ira destrutiva sobre os ninivitas que, eram pecadores sanguinários e violentos. Mas, antes de derramar sua ira sobre eles, o Senhor envia o profeta Jonas para avisar do perigo iminente. A reação dos ninivitas foi de “conversão” – Shuv (Jonas 3.8).

Shuv é o termo hebraico para “conversão, arrependimento e volta” para Deus depois de reconhecimento de pecado. Shuv é a palavra usada para o arrependimento humano em retornar a Deus, e indica contrição, mudança e confissão. “Viu Deus o que fizeram como se converteram do seu mau caminho: e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez” (Jonas 3:10).

Após esta atitude de mudança dos ninivitas, a reação passiva de Yahweh foi de consolo. Neste caso o termo (naham) “arrependimento” divino deve ser visto como o consolo de Yahweh diante da conversão (shuv) transformadora dos ninivitas. Yahweh não derramou sua ira por que foi consolado pela atitude de conversão dos pecadores.

O povo de Deus deve ter consciência de que qualquer pecador que chega a ele em arrependimento (shuv), mudança e contrição tem a promessa do consolo restaurador do Senhor.

Conclui-se que o termo “arrependimento” (naham) atribuído a Yahweh, define-o como Deus de sentimento, que se compadece e que não muda seus propósitos soberanos diante dos acontecimentos e circunstâncias na vida de suas criaturas. O termo trata dos sentimentos interiores de Yahweh e não de mudança dos seus propósitos soberanos que são eternos e imutáveis. Pode-se afirmar que Yahweh tem propósitos eternos e imutáveis; mas também tem sentimento, afeição e amor pelo seu povo.

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